A rotina dos consultórios e hospitais nos mostra que, ainda que atualmente haja mais facilidade para falar sobre temas relacionados ao câncer, muitas pessoas seguem com restrições para se informar e encarar os riscos da doença. Por essa razão, campanhas como essa, são tão importantes.
Antes de tudo, é importante lembrar que o câncer de cabeça e pescoço, quando somados todos os tipos da doença, configura o segundo mais incidente no Brasil, de acordo com os números do INCA (Instituto Nacional de Câncer).
O câncer de cabeça e pescoço se refere a qualquer tumor que se desenvolve nessas regiões. Ele pode ser chamado de acordo com a área atingida:
Câncer da cavidade oral – pode acometer lábios, gengiva, céu da boca e língua;
Câncer de faringe – acomete a região da garganta, por onde passam os alimentos e o ar inalado pelo nariz;
Câncer de laringe – atinge a região da garganta onde se localizam as cordas vocais;
Câncer de tireoide – afeta a glândula da tireoide, responsável por produzir hormônios que regulam a função do coração, cérebro, fígado e rins;
E é justamente por esse motivo que a sociedade médica vem dando cada vez mais relevância às campanhas de conscientização.
Isso porque as estatísticas do INCA mostram que quando o diagnóstico é feito precocemente e o tratamento iniciado em tumores iniciais, o prognóstico é, em média, 80% de sobrevida. Ou seja, quanto mais pessoas tiverem acesso a informações que permitam adotar hábitos e cuidados preventivos, maior será a probabilidade de combater a doença.
Não é exagero dizer que a detecção precoce do câncer de cabeça e pescoço podem salvar a vida do paciente. Isso porque, quanto mais cedo a doença for descoberta, mais fácil fica conter o seu avanço. Neste sentido, conscientizar a população sobre os fatores de risco, sinais e sintomas da doença é um dos grandes objetivos da campanha.
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