Hoje 17 de maio celebramos o Dia Internacional contra a Homofobia, uma data marcada pela luta contra a discriminação dos homossexuais, transexuais e transgêneros ao redor de todo o mundo.
Criada em 2004, a data já foi aderida por mais de 130 países, que comemoram anualmente. Nesse dia, assim como no mês do orgulho LGBTQIAPN+, as cidades se enchem de passeatas, manifestações e atos políticos. Além disso, é uma grande oportunidade de trazer luz ao tema e dialogar com diferentes classes, incluir pautas e trazer projetos de diversidade nas organizações.
Mesmo com muitos avanços nas políticas públicas de proteção aos membros da comunidade, os números de violência e morte de pessoas LGBTQIAPN+ são altíssimos. O Brasil ainda lidera o ranking de violência e mortes de pessoas LGBTQIAPN+, com 44% do total mundial. Segundo o relatório do Grupo Gay da Bahia, somente em 2019, cerca de 329 LGBTQIAPN+ tiveram mortes violentas no Brasil, vítimas da homotransfobia, sendo 297 homicídios e 32 suicídios, por si só, já demonstra a importância do dia 17 de maio.
A data foi escolhida, como comemoração do Dia Internacional contra a Homofobia justamente para relembrar a data em que a Organização Mundial da Saúde (OMS), em uma decisão histórica em 1990, deixou de considerar a homossexualidade como uma doença.
O dia 17 de maio é, portanto, um convite para retomar a luta histórica dos ativistas LGBTQIAPN+ no Brasil e refletir sobre qual é o nosso papel enquanto sociedade para a construção de uma sociedade com mais respeito, equidade e justiça para todes.
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